Representatividade dos Sindicatos???...
Porque é que eles têm tanto medo de medir a representatividade???
O que é que as Centrais Sindicais têm a ver com os representantes dos professores???
Porque é que querem reduzir a represntatividade dos Sindicatos Independentes???
Porque é que eles são os mesmos desde há 30 anos???
Hoje deu-me para as interrogações. Há dias assim.
Mas lá que dá que pensar...ai isso dá!!!...
Lusitano
Federação esteve reunida com o Ministério da Educação
Fenprof quer representatividade sindical confirmada pelas escolas
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) propôs hoje a realização de um levantamento, escola a escola, do número de docentes afectos a cada um dos sindicatos para melhor aferir a respectiva representatividade na distribuição de créditos sindicais.
Em comunicado, a Fenprof diz ter manifestado ao Ministério da Educação, numa reunião realizada hoje, em Lisboa, a sua concordância com a medição da representatividade sindical na atribuição dos créditos, mas exigiu a adopção de critérios "rigorosos, objectivos e transparentes"."Por essa razão, [a Fenprof] propôs como critério mais relevante o levantamento escola a escola do número de professores que descontam para cada organização sindical", afirmou a organização.O Ministério da Educação anunciou no final de Junho a intenção de reduzir de 450 para 300 o número de docentes que se encontram sem dar aulas a exercer funções sindicais. A tutela quer distribuir os 300 lugares de acordo com um critério de representatividade relacionado com o número de associados de cada sindicato, explicou na altura o secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, que hoje manteve uma ronda de reuniões negociais com as federações.
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) propôs hoje a realização de um levantamento, escola a escola, do número de docentes afectos a cada um dos sindicatos para melhor aferir a respectiva representatividade na distribuição de créditos sindicais.
Em comunicado, a Fenprof diz ter manifestado ao Ministério da Educação, numa reunião realizada hoje, em Lisboa, a sua concordância com a medição da representatividade sindical na atribuição dos créditos, mas exigiu a adopção de critérios "rigorosos, objectivos e transparentes"."Por essa razão, [a Fenprof] propôs como critério mais relevante o levantamento escola a escola do número de professores que descontam para cada organização sindical", afirmou a organização.O Ministério da Educação anunciou no final de Junho a intenção de reduzir de 450 para 300 o número de docentes que se encontram sem dar aulas a exercer funções sindicais. A tutela quer distribuir os 300 lugares de acordo com um critério de representatividade relacionado com o número de associados de cada sindicato, explicou na altura o secretário de Estado Adjunto da Educação, Jorge Pedreira, que hoje manteve uma ronda de reuniões negociais com as federações.
Também hoje, duas federações sindicais afectas à UGT rejeitaram a proposta da tutela, criticando os critérios de distribuição dos lugares.Para a Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE) e a Federação Nacional do Ensino e Investigação (Fenei), o número de créditos sindicais deve ser distribuído maioritariamente pela UGT e CGTP, cabendo às duas confederações a repartição dos lugares pelos seus sindicatos.Os restantes lugares devem ser disponibilizados aos sindicatos independentes, que não são afectos a nenhuma das confederações, à semelhança do que aconteceu no ano passado, quando o Governo reduziu de 1.327 para 450 o número de professores a exercer funções sindicais a tempo inteiro, defendem.Sobre a revisão do Estatuto da Carreira do Docente (ECD), a Fenprof afirma que a tutela se limitou hoje "a discutir prazos e metodologia de trabalho a desenvolver" e contestou o facto do ministério introduzir alterações à margem de qualquer processo negocial." É o caso do despacho 13599/2006 (...) que pretendendo definir normas de organização e funcionamento do próximo ano lectivo vem alterar aspectos relacionados com horários de trabalho, componentes lectiva e não lectiva ou regime de faltas", explicou a Fenprof.A Fenprof manifestou ainda um "profundo desacordo" pelo facto de matérias como a reconversão profissional de professores permanentemente incapacitados e as novas regras de contratação de docentes não serem consideradas no âmbito da revisão do ECD.
In Jornal Público 05.07.2006 - 20h21 Lusa
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